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4 dicas para organizar as finanças da sua paróquia

A Igreja enfrenta sempre diversos desafios quando o assunto é contribuição de dízimo, doações ou ofertas. Muitas pessoas ainda se perguntam sobre a necessidade do dinheiro, para quem vai, o que é feito com ele, se não há eventuais desvios e, por conta disso, a desconfiança a respeito desse cenário costuma ser enorme, o que faz com que muitas pessoas inclusive deixem de contribuir com o dízimo ou fazer as ofertas.

Secretaria

03.12.2018 | 6 minutos de leitura

4 dicas para organizar as finanças da sua paróquia

A Igreja enfrenta sempre diversos desafios quando o assunto é contribuição de dízimo, doações ou ofertas. Muitas pessoas ainda se perguntam sobre a necessidade do dinheiro, para quem vai, o que é feito com ele, se não há eventuais desvios e, por conta disso, a desconfiança a respeito desse cenário costuma ser enorme, o que faz com que muitas pessoas inclusive deixem de contribuir com o dízimo ou fazer as ofertas.


Sim, de fato as igrejas são pessoas jurídicas sem fins lucrativos, com isenção tributária e outras condições específicas, que as diferem de uma empresa comum, mas, por outro lado, sobreviver apenas da boa vontade das pessoas é um desafio enorme. 

Por alto, podemos dizer que a igreja tem contas como luz, água, internet (afinal a secretaria precisa funcionar), telefone, papelaria, flores, velas, incenso, hóstias, limpeza, manutenção da casa paroquial, isso sem falar em custos com aquisições de equipamentos de áudio, vestuário e todos os objetos litúrgicos. Além, é claro, dos custos com funcionários tanto de secretaria quanto outros que integram determinadas atividades eclesiais, correspondendo de forma correta aos registros CLT, com direito a férias e décimo terceiro. Enfim, esta é apenas uma pequena parcela de um todo, uma infinidade de custos que precisam ser mantidos a partir de doações e contribuições de dízimo.

Justamente por ter que cobrir diversas frentes, é tão importante ter um bom controle das entradas e das saídas financeiras, para poder, inclusive, apresentar aos paroquianos como funcionam os processos na vida paroquial. 

Ter essa transparência e prestar contas faz parte até do processo de evangelização, pois, por desconfiança, há ainda muitas pessoas que não se integram à comunidade, não contribuem, não participam. É preciso mostrar que a Igreja está aberta, que é a casa de todos, e que todos podem, se quiserem, acompanhar e contribuir em todos os processos.

Por isso, separamos algumas dicas de como fazer essa gestão das finanças paroquiais de forma ainda mais eficiente e segura, afinal, são tantas coisas a administrar, que coordenar essa organização torna-se muitas vezes difícil, não é?

#Dica 1: Faça relatórios periódicos

Fazer esse levantamento periódico do que entra e sai é essencial para não perder o controle. A organização de planilhas e informações de recebimentos x pagamentos faz toda a diferença para que não haja nenhum "buraco" no fechamento e para que a comunidade não tenha dívidas.


Pensando nisso, a maquininha Dízimo Fiel, da ServoFiel, vem também com uma proposta para simplificar esse levantamento. Com ela é possível acessar diversos relatórios de dízimo e ofertas de forma tecnológica e específica, como, por exemplo: por período, por forma de pagamento, dizimistas ativos, gráficos de arrecadação por período, ticket médio, entre outros. 

Dessa forma, você tem acesso a informações bem mais detalhadas e consegue selecionar os campos que deseja analisar com muito mais facilidade.

#Dica 2: Gerencie os dados dos fiéis

Tenha um controle dos dizimistas, gerencie suas informações e dados cadastrais para manter um relacionamento e uma boa comunicação com cada um. É preciso ter essas informações para realizar também iniciativas, como enviar mensagens em dias de aniversário (pessoal, de casamento, do cônjuge...), bem como em outras datas comemorativas, a fim de sempre estreitar o relacionamento com o fiel, valorizá-lo. É importante ter o controle desses e de outros dados para que nenhuma iniciativa se perca, afinal, sem o dizimista, não há contribuição de dízimo, não é?

A ServoFiel oferece, por exemplo, soluções de relatórios que apontam todas essas informações. E para facilitar também esse aspecto de gestão e controle, a maquininha Dízimo Fiel, da ServoFiel, agrega a possibilidade de identificar cada fiel que contribui com o dízimo por meio de um chaveiro ou cartão personalizados, há ainda a opção, caso desejado, da identificação ser feita por nome, CPF, celular e código, para agilizar a realização da contribuição e facilitar a vida do fiel. 

Lembrando que ao final de cada transação, o dizimista/fiel recebe não somente um comprovante (que registra cada centavo que entra na paróquia), como em seu e-mail cadastrado, uma mensagem de agradecimento da paróquia, que inclui um relatório de contribuições e ofertas realizadas por ele nos últimos 12 meses. Deixando-o também a par desse controle.


#Dica 3: Registre as contribuições de dízimo e de ofertas

Se a pessoa firmou um compromisso anual de fazer a contribuição do dízimo, há um controle para saber os meses em que ela a realizou ou não. Para que a paróquia tenha acesso a esse tipo de informação, é preciso que mês a mês se atualizem os registros das contribuições e que eles sejam acompanhados, a fim de não haver duplicidade nas ações ou não haver contribuições previstas. 

A maquininha Dízimo Fiel, da ServoFiel, ajuda muito para facilitar mais esse controle que a paróquia deve ter, pois nela é possível fazer o registro do dízimo do mês corrente, retroativo ou referente a um determinado período, e ainda identificar a frequência de contribuições de dízimo do fiel. É possível também, no caso de uma festa, campanha ou evento específico registrar ofertas, sejam elas anônimas ou identificadas.

É importante controlar o caixa da paróquia? Clique aqui e descubra!


#Dica 4: Crie um sistema inteligente

Como compilar todos os dados coletados e informações é essencial, é bem interessante que a paróquia possua um sistema único e integrado de gestão, no qual seja possível ver de forma clara e específica quanto ela obteve de contribuições e ofertas no mês, quais os custos, entre diversos outros pontos de análise.

A solução da ServoFiel, por exemplo, pode ser integrada ao sistema de gestão da sua comunidade: os valores registrados via maquininha Dízimo Fiel são lançados automaticamente no histórico do fiel. Na hora em que é feita a contribuição do dízimo, essa informação é atualizada no sistema. O modelo inteligente recebe e registra não somente dízimos e ofertas em débito e crédito, mas também em dinheiro e imprime na hora comprovantes com a identificação de cada fiel.


Com as soluções da ServoFiel nunca foi tão fácil fazer a gestão financeira de sua Paróquia, não é? Com a tecnologia integrada disponível na palma da mão, por meio do aplicativo dos gestores, e a possibilidade de levar a máquina para qualquer lugar, você finalmente conseguirá ter ainda mais controle, organização e tempo para tratar de outras tarefas. Pois o sistema simplifica e agiliza o dia a dia da secretaria da igreja. Isso sem falar na segurança e agilidade que o fiel também passa a ter na hora de fazer as contribuições.

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Confira também 10 dicas Incríveis para as Secretárias de Paróquia!

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